Reflexão: Amanhã será um dia melhor!

A esperança reflete a convicção de que um objetivo é alcançável e contribui significativamente para acreditarmos que os conseguimos atingir. Deste modo, envolve a capacidade para iniciar e manter as ações necessárias para atingir os propósitos desejados e a motivação para criar trajetos que os permitam alcançar.

Podemos pensar em diferentes formas para atingir um objetivo, mas se não estivermos motivados para seguir essas alternativas, provavelmente não seremos bem-sucedidos, porque os pensamentos motivadores e a definição de caminhos não podem ser usados isoladamente. Neste sentido, é importante estabelecer metas realistas, mas desafiadoras e identificar várias alternativas para as alcançar face a obstáculos que possam surgir. As pessoas dotadas de elevados níveis de esperança têm configurações emocionais positivas e melhores resultados em vários domínios da vida.

Para que a esperança seja desenvolvida, os objetivos e os caminhos que a compõem necessitam de ser enriquecidos, pelo que é fundamental estabelecer metas claras, específicas e realistas através das quais as pessoas possam dirigir as suas ações.

Uma forma de conseguir aumentar a esperança é transformar os objetivos a longo prazo, complexos e difíceis, em sub-objetivos para que se possam experimentar progressos graduais e pequenas vitórias, pois tudo começa com pequenos gestos que vão crescendo e que na altura certa traçam o nosso caminho.

A lenda do menino e a estrela do mar mostra-nos, de uma forma simples, o valor das pequenas ações.

Era uma vez um escritor que vivia perto de uma praia e, todos os dias, caminhava à beira-mar para se inspirar. Certo dia encontrou um menino que apanhava estrelas-do-mar da areia e as devolvia ao oceano. Intrigado, perguntou-lhe:

– O que fazes tu, rapaz?

– Estou a devolver as estrelas ao mar, porque se elas ficarem aqui, vão acabar por morrer.

O escritor achou a atitude do rapaz absurda e inútil e alertou-o para o facto de existirem milhões de estrelas-do-mar espalhadas pelas praias de todo o mundo e que ele nunca iria conseguir salvar todas. O rapaz concordou, apontou para a estrela que tinha na mão, e respondeu:

– Sim, eu sei, mas para esta eu fiz a diferença!

Sensibilizado com a atitude do rapaz, o escritor uniu-se a ele e juntos devolveram ao oceano, o maior número de estrelas-do-mar que conseguiram”.

undefinedPOR: Rosa Rodrigues, Docente do ISG – Instituto Superior de Gestão – InfoRH

Link para o artigo original – InfoRH

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